Que adulto, ao se recordar dos velhos tempos de infância, não se depara com aquele sentimento alegre e de nostalgia lembrando das brincadeiras entre amigos, vizinhos, familiares e até mesmo sozinhos que, além de proporcionar muita diversão, também contribuíam para a manutenção da nossa saúde e do desenvolvimento psicomotor.

Nos dias de hoje, o brincar e a brincadeira para as crianças se mantêm tão fundamentais quanto fora naquela época para nós.  Porém, os meios que favorecem esse acontecimento mudaram do lúdico para o supertecnológico.

E é comum os adultos afirmarem que as crianças “preferem” jogar no computador e no videogame ao invés de brincar no playground do prédio (por exemplo). Muitos pais devem estar se perguntando: como fazer e por onde começar?

Mas você já parou para observar uma criança brincando? Quando ela brinca, cria muitas situações que provocam emoções e desafios. Dentro das brincadeiras, ela vai encontrar soluções para suas vivências do dia a dia. É na brincadeira que ela desenvolve sua inteligência, aumenta seus conhecimentos e estrutura sua personalidade por meio das emoções vividas.

Por isso, você não precisa dar ao seu filho o carrinho de última geração, jogos eletrônicos ou bonecas que cantam, dançam e fazem piruetas, e sim acompanhar seus filhos durante as brincadeiras: sentar-se no chão e botar a mão na massa. Essa interação faz com que as crianças se sintam protegidas e valorizadas e permite que os pais as conheçam melhor. O resultado é um vínculo ainda mais forte entre ambos.

Garantir esses tempos e espaços de brincar para que as crianças se reconectem com sua essência lúdica e imaginária, somente favorece seu desenvolvimento saudável. 

Seguem aqui algumas dicas de como brincar com o seu filho:

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